top of page

O mercado de acesso vascular vai crescer quase 50% até 2030 e isso influencia a sua próxima indicação de port

Existe um número que raramente aparece nas conversas entre médico e operadora sobre o tratamento oncológico: PSI. Essa é a pressão máxima que um dispositivo de acesso vascular de alta performance suporta com segurança. É também, de forma indireta, um dos motivos pelos quais o mercado global de dispositivos de acesso vascular está projetado para crescer de USD 5,99 bilhões em 2024 para USD 9,05 bilhões em 2030, um avanço de 7,1% ao ano, segundo a MarketsandMarkets.

Por que um detalhe técnico tão específico está por trás de um mercado bilionário? E o que isso tem a ver com a decisão, clínica ou de gestão, que você vai tomar na próxima vez que um paciente oncológico precisar de acesso venoso?

O que está, de fato, crescendo nesse mercado?

O aumento da incidência de câncer e a maior recorrência a protocolos de quimioterapia, muitos deles longos, estão entre os principais fatores citados pelo relatório como propulsores desse crescimento.

Em outras palavras: quanto mais pacientes em tratamento prolongado, mais a escolha do dispositivo de acesso vascular deixa de ser um detalhe operacional e passa a ser uma variável central do cuidado.


O que muda na sala de infusão

É aqui que o número 300 PSI começa a fazer sentido. O Power Port foi desenvolvido para suportar alto fluxo, até 5 mL por segundo e alta pressão, o que permite usar o mesmo dispositivo não só para infusão de quimioterápico e coleta de sangue, mas também para administração de contraste em exames de imagem, como tomografia computadorizada. Um único acesso, vários usos.

O reservatório também foi pensado para reduzir margem de erro na punção: formato triangulado, pontos de palpação no septo e identificador radiopaco, que permite confirmar por imagem a posição e o modelo do dispositivo quando necessário. A linha ainda oferece variantes para adequar a escolha ao biotipo do paciente, incluindo compatibilidade com ressonância magnética.

Do ponto de vista clínico, é preciso questionar os dispositivos do mercado: "ele aguenta o protocolo inteiro do paciente, do primeiro ciclo ao último exame de imagem, sem exigir um segundo acesso?" Por que isso deveria preocupar (e interessar) quem paga a conta

O mesmo levantamento que mostra o crescimento do setor também revela seu ponto mais sensível: alto custo de instalação e manutenção e aumento de recalls e falhas de produtos estão entre as principais restrições do mercado. Para uma operadora, essa frase tem um custo concreto quando o paciente é oncológico. Extravasamento de quimioterápico, obstrução, infecção de corrente sanguínea associada ao cateter e necessidade de reintervenção não são só desfechos clínicos, são reinternação, tempo de leito e custo assistencial que se acumulam ao longo de toda a linha de cuidado, em um paciente que já está imunologicamente fragilizado.

A pergunta que fica, então, não é "quanto custa esse dispositivo", mas: quanto custa não escolher o dispositivo certo?

O ganho de um dispositivo como o Power Port aparece também no relógio da sala de infusão. A alta pressão suportada permite infusões mais rápidas, reduzindo o tempo de cadeira por paciente. E como o acesso já está posicionado, ele fica disponível para medicação, coleta de sangue e outros procedimentos sem que a equipe de enfermagem precise gastar tempo (e desgaste) tentando localizar uma veia viável em pacientes com rede venosa já fragilizada por ciclos anteriores.

Com o número de pacientes oncológicos em crescimento constante, esse tipo de ganho deixa de ser um detalhe operacional e passa a ser uma decisão estratégica para planos de saúde e hospitais: a escolha do dispositivo de acesso vascular impacta diretamente a capacidade de atendimento, o giro da sala de infusão e, naturalmente, o custo de todo o procedimento.

Sinalização para a oncologia

O crescimento de pacientes é uma trajetória estrutural do setor de saúde, também refletida no Brasil conforme aumentam a expectativa de vida e a sobrevida oncológica. A decisão sobre qual port credenciar, indicar ou manter na rotina assistencial vai continuar ganhando peso, tanto na prática clínica quanto na régua de custo das operadoras.



A Cardiovent trabalha com a linha completa de ports totalmente implantáveis Power Port para apoiar equipes de oncologia e gestores de saúde na escolha do dispositivo mais adequado a cada perfil de paciente. Fale com nosso time comercial para saber mais.


Fontes: Dados de mercado: MarketsandMarkets, Vascular Access Devices Market — Global Forecast to 2030.

Especificações técnicas referentes ao dispositivo Power Port, fabricado pela BD, regularizado junto à ANVISA.

 
 
 

Comentários


bottom of page