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Coração de triatleta que ficou 2 meses internada em coma após atropelamento parou por 8 minutos




O Sistema ECMO - Oxigênação por Membrana Extracorpórea, funcionou por 5 dias como um pulmão artificial para Luisa Baptista e ajudou a triatleta a lutar pela vida.

O programa Fantástico da TV Globo noticiou o caso de sucesso da utilização do ECMO para o socorro da triatleta Luisa Baptista, que ficou em coma por dois meses após um grave atropelamento ocorrido em São Carlos, SP, no distrito Santa Eudóxiano. Seu coração parou por 8 minutos e, apesar de não ter sofrido danos cerebrais, a triatleta teve fraturas em quase todo o lado direito do corpo e seu pulmão foi perfurado pelas costelas. “No caso de um pulmão doente, com sangramento, com problemas agudos, com inflamação, com infecção, o pulmão deixa de fazer a sua função, que é oxigenar e eliminar o gás carbônico produzido nessa troca”, explicou a cardiologista Ludhmila Hajjar.


A campeã Pan-Americana de 29 anos precisou do ECMO por cinco dias. A cardiologista conseguiu viabilizar o difícil acesso ao aparelho, que ainda não está disponível pelo SUS.“Eu montei uma equipe, um grupo de WhatsApp, porque eu tinha que pegar material, cânulas, material cirúrgico, a própria ECMO, as pessoas, organizar a UTI aérea. É um conjunto, é uma orquestra”, explicou a médica.




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