“Leave Nothing Behind”: a prioridade é preservar a fisiologia coronariana
- Equipe Cardiovent

- 13 de jan.
- 2 min de leitura

Durante décadas, a cardiologia intervencionista evoluiu com um objetivo claro: abrir o vaso e mantê-lo aberto. Os stents foram, e continuam sendo, ferramentas essenciais para isso. Mas, com o amadurecimento da ciência, ficou evidente que nem toda lesão precisa de um implante permanente.
É daí que nasce o conceito moderno de “Leave Nothing Behind”: tratar a lesão de forma eficaz, preservando a fisiologia natural do vaso e evitando, sempre que possível, deixar metal quando ele não é estritamente necessário.
Quando um stent é implantado, ele:
modifica permanentemente a biomecânica do vaso
interfere na vasomotricidade
pode comprometer futuras intervenções
mantém um corpo estranho no endotélio
Em alguns cenários clínicos, como vasos pequenos, bifurcações, ramos laterais e reestenose intrastent, a presença do stent não é desejável.
Os balões farmacológicos permitem uma abordagem diferente. Após o preparo adequado do vaso, a droga antiproliferativa, presente na solução SeQuent Please Neo da B.Braun, é entregue diretamente à parede arterial, tratando a doença sem implantar nada.
É aqui que a estratégia híbrida ganha força. Preparar o vaso com o balão farmacológico, reservando o stent apenas para situações em que o suporte mecânico é realmente necessário.
Isso preserva:
a anatomia
a função
a possibilidade de futuras reintervenções
e a fisiologia do vaso tratado
“Leave nothing behind” é uma filosofia de cuidado. Fazer o mínimo necessário para obter o máximo resultado, respeitando o comportamento natural da artéria.
A B. Braun é uma das empresas que mais investiu nesse conceito, com um dos maiores volumes de estudos clínicos em balões farmacológicos, mostrando que tratar sem metal, quando possível, é uma evolução da angioplastia. Peça as soluções angiologia e implante de válvula aórtica transcateter pelo contato@cardiovent.com.br




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