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O que custa não usar o acessório original no seu equipamento hospitalar

Atualizado: há 2 dias

Na área da saúde, cada componente do equipamento importa. Precisão, confiabilidade e segurança não são só requisitos técnicos, são o que garante diagnóstico correto e tratamento eficaz. A Cardiovent revela para você por que usar acessórios originais é parte essencial da performance dos equipamentos hospitalares, não um detalhe opcional.

Segurança em primeiro lugar

Cada acessório original passa por testes de compatibilidade e qualidade feitos pelo próprio fabricante do equipamento. É esse processo que garante que o componente funcione em harmonia com o sistema, reduzindo risco de falha operacional.


A ECRI, entidade referência internacional em segurança de tecnologia em saúde, colocou dispositivos e insumos substandard ou falsificados entre os quatro principais riscos tecnológicos da saúde em 2025.


A razão é direta: produtos fora do padrão do fabricante falham com mais frequência, e a falha em um acessório pode comprometer todo o equipamento. A Organização Mundial da Saúde e a OCDE estimam que entre 6% e 8% dos dispositivos médicos em circulação no mundo sejam falsificados ou não regularizados. Um risco que a maioria das instituições nem sabe que está correndo.


Acessórios não homologados não passam por essa validação, e isso pode comprometer tanto a integridade do equipamento quanto a segurança clínica do procedimento.

Durabilidade e proteção do investimento

Equipamento médico é um investimento de longo prazo, e o problema de manutenção já tem escala medida no Brasil: dados da própria ANVISA, citados em estudo sobre gestão de engenharia clínica, apontam que cerca de 40% dos equipamentos médico-hospitalares do setor público estão subutilizados ou inoperantes, na maioria por problemas de manutenção. Além do risco clínico, há custos que raramente aparece na conta:

  • Falhas e recalls de itens fora do padrão sobrecarregam a rotina da instituição

  • A falha em um único acessório pode comprometer todo o equipamento

  • Consomem mais tempo da equipe técnica

Não é só o preço de compra, que define o real custo-benefício de um acessório. Quando se calcula o custo total de propriedade: valor de aquisição, manutenção, substituição e tempo de equipamento parado, a chamada "peça compatível" raramente sai mais barato.

Os custos que raramente aparecem na cotação

Cada área da instituição sente esse custo de um jeito diferente.

Para a engenharia clínica e a equipe de manutenção, o primeiro custo é a própria garantia: a falha em manter o padrão de manutenção recomendado pelo fabricante costuma anular a garantia restante do equipamento, e peça fora do padrão de fábrica já é, por si só, um desvio desse padrão. Recomendações técnicas do setor de conserto hospitalar reforçam que a peça de reposição precisa ser da mesma marca e do mesmo modelo do equipamento, justamente para evitar incompatibilidades que só aparecem depois, quando o equipamento já está em uso.

Para a gestão hospitalar, o risco é jurídico. Existem decisões judiciais que isentam a assistência técnica de responsabilidade quando a causa do problema está fora do controle dela, o que significa que, ao optar pela peça paralela, é a própria instituição que pode acabar sozinha na responsabilidade em caso de dano ao paciente.

Para o setor de compras, o ponto cego é a rastreabilidade. Levantamentos de entidades de defesa do consumidor já mostraram que assistências técnicas, autorizadas ou não, entregam produtos consertados com peça falsificada e sem nota fiscal, o que compromete qualquer rastreabilidade regulatória depois. Vale lembrar também que o próprio Código de Defesa do Consumidor, no artigo 32, já obriga o fabricante a garantir a oferta de peça de reposição original enquanto durar a fabricação do produto, um direito que a instituição abre mão ao optar pela peça paralela, sem ganhar segurança em troca.

Para a equipe de enfermagem, o custo é operacional e imediato. É quem está na ponta do cuidado quem primeiro percebe e reporta uma falha técnica em um produto usado no paciente, muito antes que ela vire um problema formal de manutenção. Quando o equipamento falha no meio de um procedimento, é essa equipe que precisa reorganizar o atendimento na hora, não o setor que decidiu a compra.

Em saúde, resultado inconsistente não é uma opção. Acessórios originais são desenvolvidos e testados para manter o padrão de precisão do equipamento, o que sustenta diagnósticos e tratamentos confiáveis ao longo de toda a vida útil do sistema.

Em resumo

Para a Cardiovent, escolher acessórios originais é proteger o investimento em equipamento, sustentar a qualidade do atendimento e manter a confiança de quem depende dele: profissionais e pacientes.

Quer saber quais acessórios são recomendados para o seu equipamento? Consulte as instruções de uso ou fale com o nosso pós-venda: chamados@cardiovent.com.br ou +55 21 97519-1782.

Fontes:

Ranking da ECRI (dispositivos/insumos fora do padrão como 4º maior risco tecnológico da saúde em 2025)

Dado da ANVISA (40% dos equipamentos do setor público subutilizados ou inoperantes)

Base legal (Código de Defesa do Consumidor, peça original em conserto e garantia)

Recomendação técnica sobre peças de reposição

Sobre peça falsificada e ausência de nota fiscal em assistência técnica

 
 
 

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