PowerPort™ ao lado da mulher em tratamento
Dia 19 de outubro, é o Dia Internacional de Combate ao Câncer de Mama. No meio do Outubro Rosa, a data reforça uma mensagem que já salvou muitas vidas: quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de cura.
O câncer de mama é o tipo mais frequente entre as brasileiras. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 78.610 novos casos por ano no país entre 2026 e 2028, cerca de 30% de todos os diagnósticos de câncer em mulheres. Por trás de cada número há uma mulher que vai atravessar meses de tratamento, com consultas, exames e sessões de quimioterapia, terapia-alvo ou imunoterapia.
A medicina oferece hoje recursos que tornam esse caminho mais seguro e mais leve. Um deles fica escondido sob a pele e quase ninguém vê: o cateter totalmente implantável. Como o PowerPort™, da BD.

O que é o PowerPort™
O PowerPort™ é um cateter totalmente implantado, criado para pacientes que precisam de acesso repetido à circulação ao longo de um tratamento. Ele tem duas partes: um pequeno reservatório, colocado sob a pele na parte alta do tórax, e um cateter fino que segue por uma veia até as proximidades do coração.
O reservatório tem uma membrana que se fecha sozinha depois de cada punção. Na hora da medicação, a equipe de enfermagem acessa o dispositivo com uma agulha própria, através da pele. Quando a sessão termina, a agulha é retirada e nada fica para fora do corpo.
A linha está disponível em diferentes modelos, a escolha é feita pela equipe médica, de acordo com o perfil de cada paciente.
O que o PowerPort™ faz pela paciente
Menos picadas, do início ao fim. Pelo mesmo dispositivo, a paciente recebe as terapias na veia e faz a coleta de sangue dos exames de rotina. Isso reduz a necessidade de novas punções a cada sessão e torna o tratamento mais confortável. Em pesquisas com pacientes, a diminuição da dor, o uso de menos agulhas e a coleta de sangue mais rápida aparecem entre os benefícios mais lembrados.
Veias preservadas. Tratamentos oncológicos podem durar meses e incluir medicamentos que irritam as veias do braço. Com o port, a medicação é liberada numa veia de grande calibre, e as veias periféricas ficam protegidas. Para a mulher que passou por cirurgia na mama e na axila, poupar os braços faz diferença no dia a dia.
Exames de imagem pelo próprio cateter. Tomografias com contraste fazem parte do acompanhamento e ajudam o médico a avaliar como o organismo está respondendo ao tratamento. O PowerPort™ suporta alto fluxo (5 ml/s) e alta pressão (300 PSI), o que permite injetar o contraste por ele, sem nova punção. Quando o contraste é aplicado perto do coração, em velocidade adequada, a imagem tende a ganhar qualidade. O modelo isp M.R.I.™ foi desenvolvido para pacientes que também fazem ressonância magnética, dentro das condições indicadas pelo fabricante.
Baixo risco de infecção. Uma revisão de 200 estudos prospectivos mostrou que os ports tiveram a menor taxa de infecção da corrente sanguínea entre os dispositivos de acesso venoso avaliados: 0,1 caso a cada 1.000 dias de uso, contra 1,1 dos cateteres centrais de inserção periférica (PICCs). Em mulheres com câncer de mama em quimioterapia, uma revisão sistemática encontrou menos infecção (2,1% contra 6%), menos trombose (2,5% contra 9,1%) e menos problemas mecânicos (1,5% contra 8,8%) com o port do que com o PICC.
Liberdade entre as sessões. Como não há nenhuma parte externa, a paciente pode tomar banho, nadar e usar as roupas de sempre. Quando o port não está em uso, a manutenção costuma ser mensal, feita pela equipe de enfermagem.
Pacientes satisfeitas. Numa pesquisa com mulheres em tratamento de câncer ginecológico e de mama, 90,9% recomendariam o port a outra paciente e 87,9% fariam a mesma escolha numa situação parecida.
Quem indica é o médico
O PowerPort™ não trata o câncer. Ele dá suporte ao tratamento, para que a paciente receba a medicação e faça seus exames com mais segurança e conforto. Por isso, a indicação é sempre médica e leva em conta o tipo de terapia, a duração prevista, o estado das veias e as condições clínicas de cada mulher.
A decisão deve ser conversada entre a paciente, o oncologista e o cirurgião responsável pelo implante. É nesse momento que vale tirar todas as dúvidas: onde o dispositivo será colocado, qual modelo é o mais adequado, como será a recuperação e quais cuidados serão necessários.
O implante é um procedimento rápido, feito por cirurgião vascular, cirurgião oncológico ou radiologista intervencionista, em geral com anestesia local. Na maioria dos casos, a paciente volta para casa no mesmo dia. Ao fim do tratamento, o médico avalia o melhor momento para retirá-lo.
Informações importantes para a paciente com PowerPort™
Avise sempre que tem um port, e qual é o modelo, antes de qualquer exame com contraste ou ressonância. Só dispositivos identificados como compatíveis podem receber injeção de contraste em alta pressão.
Mantenha a manutenção em dia, nas datas indicadas pela equipe, mesmo nos períodos sem medicação.
Procure a equipe se notar vermelhidão, calor, dor ou secreção no local do implante, febre, ou inchaço no braço, no pescoço ou no rosto do lado do port.
O acesso ao dispositivo deve ser feito apenas por profissionais treinados, com material próprio para esse tipo de cateter.
Cuidar de cada etapa
O Outubro Rosa nos lembra que o diagnóstico precoce abre caminho para a cura. Depois dele, cada escolha que torna o tratamento mais seguro e confortável ajuda a mulher a atravessar essa fase com mais tranquilidade. A Cardiovent é distribuidora oficial da linha vascular da BD no estado do Rio de Janeiro. Peça mais informações pelo: contato@cardiovent.com.br
Os produtos BD citados encontram-se devidamente regularizados junto à ANVISA. Consulte os rótulos e as instruções de uso do produto para qualquer indicação, contraindicação, riscos, advertências e cuidados. Para mais informações, contate a BD pelo SAC 0800 055 5654 ou cs_brasil@bd.com. BD, o logo BD e todas as outras marcas registradas são propriedade da Becton, Dickinson and Company.
Referências
INCA. Câncer de mama: versão para a população. Estimativa 2026–2028.
BD. Compêndio Global de Evidências do Port (BD-146834).
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Robinson A, et al. Optimal vascular access strategies for patients receiving chemotherapy for early-stage breast cancer: a systematic review. Breast Cancer Res Treat. 2018;171(3):607-620.
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Bonciarelli G, et al. GAVeCeLT consensus statement on the correct use of totally implantable venous access devices for diagnostic radiology procedures. J Vasc Access. 2011;12(4):292-305.




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