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Você viu? Primeiro procedimento com o cateter Venclose™, da BD no Rio



A clínica Angiocentro Cabo Frio, referência em cirurgia vascular na Região dos Lagos, acaba de marcar um novo capítulo no tratamento do refluxo venoso no estado do Rio de Janeiro. No início de julho de 2026, a equipe liderada pelos cirurgiões vasculares Dr. João André Gurgel e Dr. Antônio Feliciano realizou o primeiro procedimento do estado com o cateter de ablação por radiofrequência Venclose™, da BD (Becton, Dickinson and Company).

O caso envolveu uma paciente de 60 anos com refluxo troncular ostial de veia safena e varizes de calibre elevado - um quadro que, até pouco tempo, exigiria uma abordagem cirúrgica mais invasiva.

Estima-se que a doença venosa crônica afete cerca de 175 milhões de pessoas no mundo. Nos Estados Unidos, a ablação por radiofrequência já se consolidou como a técnica predominante para tratar o refluxo venoso superficial, Especificamente com o Venclose, já foram mais de 200 mil cirurgias bem sucedidas.

O que torna o Venclose™ diferente

Entre os dispositivos disponíveis no mercado, o Venclose™ se destaca por reunir duas opções de comprimento de ponta ativa (2,5 cm e 10 cm) em um único cateter. Na prática, isso significa tratar veias longas e curtas sem precisar trocar de material no meio do procedimento.


Os números divulgados pela fabricante reforçam o diferencial técnico: • 25% a mais de extensão de veia ablada por ciclo em comparação ao concorrente com ponta ativa de 8 cm • 42% a mais de duração de aquecimento frente a dispositivos com 7 cm de ponta ativa. • Perfil de introdução de 6F, compatível com procedimentos minimamente invasivos.

A visão de quem esteve na sala de cirurgia

Para o Dr. João André Gurgel, a escolha da radiofrequência no caso tratado em Cabo Frio levou em conta particularidades da paciente. "Foram bons diâmetros da croça (junção safeno-femoral) e calibre para tratamento via termoablação, com menor morbidade e uma abordagem menos invasiva."

Ele também compara a radiofrequência a outras técnicas disponíveis hoje: "A radiofrequência é uma técnica standard, que não é operador-dependente. O laser tem um nome mais comercial e popular. Existe também a espuma densa, que oferece resultados inferiores a médio e longo prazo", afirmou o cirurgião vascular.

Sobre o próprio dispositivo, Dr. João destaca ganhos operacionais em relação a outros sistemas de radiofrequência já utilizados em sua rotina: "O console é menor, mais leve e mais prático, o introdutor é menor, o elemento térmico é maior e ainda existe a possibilidade de uso de fio-guia."


O que muda para o paciente

Na visão do Dr. João André, os ganhos mais sentidos pelo paciente são a redução da dor, a menor incapacidade funcional no pós-operatório e a menor incidência de hematomas ou equimoses. A decisão sobre qual tratamento seguir, reforça, passa sempre pela relação custo-benefício, pelo perfil clínico de cada paciente, pela classificação da doença venosa e por uma decisão compartilhada entre médico e paciente.


Cardiovent ao lado da equipe médica

Como representante oficial da BD para a linha Venclose™ no Rio de Janeiro, a Cardiovent acompanhou de perto esse primeiro procedimento no estado. Estiveram presentes Enilson Neto e Pamela Ramos, especialistas na linha vascular, e Ana Fortuna, da área de relacionamento com cliente.

É esse tipo de parceria entre distribuidor e equipe médica que sustenta a chegada de novas tecnologias ao dia a dia dos hospitais e clínicas. O caso da Angiocentro Cabo Frio, com os Dr. João André Gurgel e Dr. Antônio Feliciano à frente, é um bom exemplo de como essa combinação se traduz em cuidado mais preciso para o paciente.

 
 
 

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